A moda nas diferentes culturas

10/30/2012 | | |
Hoje vamos falar sobre a moda dentro dos diversos lugares do mundo. Dentre esses lugares escolhi: França, Índia, África, e, é claro, Brasil!

FRANCESA:


Em Paris, e podemos dizer Europa de uma forma geral, não existe esta cobrança social que existe no Brasil de que se você repete uma roupa as pessoas “ficam falando”. As pessoas repetem roupas sim, e muito. E normal ver as pessoas no metro com o mesmo casaco quase o inverno todo. Mas são casacos caros, que duram uma vida inteira e podem ate passar de mãe pra filha. Assim como as bolsas Hermes ou Louis Vuitton, essas bolsas são, como todos sabem, caríssimas. Mesmo assim no Brasil existem certos grupos de senhoras que se você não tem a Louis Vuitton “do ano” você já não e mais bem- vinda no grupo. Aqui e exatamente o contrario! Quanto mais velha a sua bolsa mais interessante ela fica! Outra coisa que se faz muito por aqui e quando chega os saldos, onde as roupas estão muito mais baratas, ir em lojas tipo Armani, Uniclo, enfim, a sua loja favorita e comprar varias pecas do mesmo modelo para guardar. Isso não pode ser feito com roupas muito da moda, mas funciona muito bem para cashmires, casacos e botas de modelos mais clássicos.


INDIANA:


Esta é uma das perguntas mais comuns quando o assunto é Moda e atualidade. Bem, a dica é sempre usar o bom senso, mesmo que estejamos falando de moda Índia, vale lembrar que o fator determinante para a escolha de uma roupa é sentir-se bem e para isso não há nada como uma boa consulta ao espelho, se você gostar do que vê, vá em frente. A roupa mais tradicional da cultura indiana é o sari. A palavra sari vem do sânscrito e significa roupa. O sari é um longo tecido com 6 metros de comprimento por 1.5 de largura. O sari na verdade não é uma vestimenta, pois não se veste; ele é simplesmente um tecido enrolado no corpo, sem costuras, botões, zíper, colchete ou velcro. Acompanhando o sari há uma pequena blusa colada ao corpo que cobre só os seios e a barriga fica exposta. Na parte de inferior, por baixo do sari, há um longo saiote que vai até o chão. O sari é feito de diversos tipos de tecido sendo o mais comum o algodão. Eles podem ser bordados, pintados a mão, impressos, com lantejoulas etc. Tudo depende da criatividade do artesão e do bolsodo comprador.



AFRICANA:


A Africa é tradicionalmente conhecida por diversos esttilos de trajes e ornamentação pessoal. Mediante o tempo a "moda africana"  evoluiu. Trajes decorados, cores vibrantes, vestidos longos são tocantes no que se diz a moda africana, entretanto é bom ressaltar que tais estilos estão sujeitos as tendências da moda. Alguns podem ressaltar que é estranho a moda africana, mais no entanto, na minha opnião a moda africana é modesta e atende as exigências de seus comsumidores quer dentro de seu território nacional ou  internacionais. O Brasil com suas muitas etnias influentes, tem como uma delas a negra. Os negros vindos da Angola trouxeram junto a si, seus costumes, sua cultura e sua moda que foi evoluindo com o passar do tempo e se moldando a cultura brasileira que ainda estava se formando. No entanto tais costumes formaram o que chamamos hoje de cultura brasileira. Os jovens brasileiros procurando um estilo diferente, tem optado em seguir a moda africana, usando torços, Chápeus, batas, etc... Na Bahia está tendência estar em alta, não é nada dificíl sair ao centro da cidade e ver mulheres com tranças de fibras e homens com camisas ( na verdade batas ) mais longas decotada na região dos seios, torços e pinturas mais fortes também são comuns.
E POR FIM... BRASILEIRA:
A Segunda Guerra Mudial e a revolução industrial foram momentos históricos determinantes para o surgimento de novas potências e a expansão de determinados setores em países em desenvolvimento. No Brasil, o período pós-guerra teve papel fundamental para o crescimento do setor têxtil e de confecções, culminando com o crescimento da moda brasileira. Hoje, o setor rende bons frutos ao País, que se firma como o oitavo maior produtor têxtil do mundo e auto-suficiente na produção de algodão. Não bastassem os destaques econômicos, a qualidade do design de moda nacional está cada vez melhor, conquistando o mercado internacional e colocando o Brasil em uma posição interessante diante de concorrentes do velho mundo, hors-concours no quesito moda, como França e Itália. Tudo isso graças à muita criatividade dos estilistas brasileiros e de um esforço do setor têxtil que, mesmo sem apoio do governo - principal reclamação dos especialistas - vem conseguindo resultados expressivos. "Ao longo dos anos, o País foi se desenvolvendo no setor e, hoje, é o segundo maior empregador, disputando o primeiro lugar com a construção civil", afirma o diretor do Instituto Brasil de Arte e Moda, Amnon Armoni. Para se ter uma ideia do que isso representa, estamos falando de cerca de 1 milhão e 500 mil pessoas, considerando a população economicamente ativa do País. Boa parte do que é produzido, porém, é consumido aqui mesmo, no mercado interno. No entanto, o Brasil já tem clientela no exterior. A diretora de marketing do Ibmoda (Instituto Brasileiro de Moda), Luciane Robic, diz que a moda brasileira está conseguindo tangibilizar nosso estilo de vida, ou seja, o modo de viver, os costumes e a cultura brasileira em seus produtos, valor extremamente desejado no exterior. Prova disso é que, nos últimos cinco anos, a identidade dos modelitos presentes nos desfiles como o São Paulo Fashion Week, mudou muito. "Há cinco anos, copiávamos as culturas americana e européia. Hoje, o Brasil tem seu próprio design, bastante competitivo," diz.






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